sexta-feira, 15 de julho de 2016

PORTUGAL !!! VIVA PORTUGAL!!!!

Tanto tempo sem vir cá. Inadmissível. Eu que gosto tanto de escrever. Perguntavam-me há pouco se tinha abandonado os meus blogs. Não. Não abandonei nenhum deles. Mas, para escrever e escrever bem é preciso estar inspirada. Não gosto de escrever só por escrever. Isso faço-o nas paginas do facebook em 3 linhas ou um parágrafo.

Mas pronto, depois de mais uma pergunta... " e os teus blogs?" achei que era altura de, pelo menos fazer o merecido post sobre Portugal.

Portugal conseguiu no domingo dia 10 de Julho o feito de ser campeão europeu de futebol. Algumas pessoas, por variadas razões consideram que este feito não é nada de especial. Mas será mesmo que não é nada de especial? Como se explica então esta felicidade imensa que sentimos no peito naquela noite a 10 de Julho? Como se explica o facto de terem saído à rua milhões de pessoas por todo o mundo simplesmente para festejar? Eu acho que não se explica. Sente-se apenas. Eu sou sportinguista e lembro-me do quanto fiquei contente quando o meu sporting foi campeão há uma série de anos atrás. Demasiados anos. Fiquei mesmo contente. No entanto, nos anos em que não fomos campeões não fiquei nada triste. Sou franca. Passou-me mesmo ao lado. Mesmo este ano que tivemos ali a um passo de ser. Faltou apenas um danoninho. 

Com Portugal tem sido diferente. A probabilidade de sermos um dia campeões de qualquer coisa era ínfima. Parecia uma coisa completamente inatingível. A única vez que senti que estivemos mesmo perto foi no Euro 2004 e vibrei. Se vibrei com aqueles jogos. Acreditava que seria aquele o nosso ano. Lembro-me do jogo da Grécia e no que senti quando perdemos a final. Foi a 1ª e única vez que chorei copiosamente por causa de um jogo de futebol. Foi uma tristeza enorme que se abateu em mim na altura e lembro-me que fiquei triste vários dias. Mesmo em anos seguintes noutros campeonatos, a tristeza de termos perdido aquele Euro 2004 esteve sempre presente. Tinha sido uma festa linda. A nossa festa. Depois disto habituei-me a perder. De cada vez que ficávamos para trás, ficava triste mas era a vida. Até este ano. 

Este ano os jogos do Euro começaram como todos os outros jogos com Portugal. Sem emoção. Confesso que me ria quando o Fernando Santos dizia que só vinha para casa dia 11 com a taça. Não acreditava. Não acreditei. Via os jogos com aquela incrédulidade e mesmo quando passávamos à fase seguinte, pensava sempre. Olha, passámos... que estranho. Foi só quando passámos às meias finais que pensei que talvez... apenas talvez pudesse ser o nosso ano. Mas depois, o meu marido dizia-me também ele incrédulo, que do outro lado haviam de nos calhar a França e a Alemanha e nós nunca tínhamos ganho à França. Continuei sem acreditar, embora no fundo, bem no fundo, a esperança tivesse a dar sinal de si.

No dia do jogo, pensámos em ir ver fora. Mas como estávamos muito cansados, tinha sido um fim de semana cheio de eventos, acabámos por ficar em casa. Mais uma vez a incredulidade ganhou pois se eu tivesse mais fé não tínhamos ficado em casa a ver o jogo.

O jogo foi, como todos os outros pouco emocionante. E, como todos os outros (com excepção de um) com direito a prolongamento 0-0. Tudo indicava que se iria resolver em penaltis. Um desatino. Sem Cristiano Ronaldo, a equipa ia fazendo o que podia. Jogaram bem na 2ª parte, mesmo sem golos foi talvez dos melhores jogos que vi. Mas foi no prolongamento que tudo se resolveu, inesperadamente com um golo de Éder. Pulei instantaneamente do sofá, saltei e gritei e bati palmas. Se eu tivesse uma buzina ali, tinha lhe dado forte e feio na buzina, pois só me apetecia gritar. Mas ainda faltavam alguns minutos para o final... demasiados. Já não me consegui sentar. Fiquei a andar de um lado para o outro atrás do sofá e de cada vez que a bola se aproximava da nossa baliza eu tremia. Comi os minutos com os olhos à espera do apito final e quando apitaram.... quando apitaram saltei, saltei, saltei. 

Corri a ir buscar os cachecóis que nem me tinha atrevido a tirá-los do saco, não fosse dar azar. Pedi ao meu marido para irmos para a rua apitar. Sim... tudo isto era eu... sozinha. O meu marido estava feliz, sim mas sem exageros. Vi-o mais feliz (muito mais feliz) quando o seu Benfica foi campeão e bi campeão. Os meus filhos olhavam para mim boquiabertos e resolveram que não queriam ir festejar. Queriam ir para a cama dormir. E eu olhava para eles e dizia... não podem! Vocês não podem ir dormir hoje! Já! Temos de ir festejar. 

Mas era eu e 10.999.997 pessoas. 3 pelo menos, que estavam ali à minha frente, estavam imunes à festa. Se calhar havia mais pessoas imunes mas também há quem diga que não somos 11 milhões mas sim 14 milhões de portugueses.  Agora, aquelas 3 pessoas à minha frente não estavam a vibrar como eu. Aquelas 3 pessoas vibraram mais com o Benfica do que com Portugal. E eu pergunto. Como é possível isto? Que haja pessoas que não ligam a futebol, nem a seleções, respeito. Claro que há e também conheço algumas. Ainda assim, acredito que mesmo essas pessoas tenham ficado mais felizes do que estas 3 que vi a minha frente.  Eu não entendo como se pode considerar a vitória de um clube, mais importante do que a vitória de uma seleção de Portugal a nivel europeu. Não percebo, pronto.

Eu fiquei feliz. Eu ainda estou feliz e já passaram 5 dias. Eu também me sinto campeã europeia. Vá-se lá perceber estes sentimentos. Eu fui para a rua festejar e gritar. Eu vi a seleção passar aqui na rua, no autocarro dos campeões e voltei a gritar e festejar. Acho isto ENORME! 


Acho estas vitórias ENORMES. Tal como também acho enorme as medalhas que os nossos atletas portugueses trazem para casa nos eventos desportivos europeus, mundiais e olimpicos. E vou ver e vibrar com os nosssos atletas agora nos jogos olimpicos e torcer que também eles tragam medalhas para Portugal. 

Viva Portugal! Viva os nossos atletas!! E viva todos os portugueses que apoiam as suas equipas e atletas e torcem para que Portugal, este cantinho à beira mar plantado seja um país enorme reconhecido pelos seus feitos. Dá-nos a todos um bocadinho de esperança de sermos melhores. E a vontade de vencermos. Porque se eles conseguiram concretizar um sonho. Nós também conseguimos. 

VIVA PORTUGAL!

quarta-feira, 16 de março de 2016

Gritar, gritar, desesperar

Em todo o lado se vêm textos com verdades absolutas e incontornáveis sobre aquele tema tão sensível para nós mães que é gritar ou não gritar com os nossos filhos. Textos que lemos e relemos, concordamos, partilhamos com outras mães e pais e tentamos lembrar-nos dos mesmos de cada vez que o(s) nosso(s) filhos resolvem chagar-nos a cabeça. A culpa é nossa e não deles. Nós é que somos os culpados e não eles. Nós é que temos de nos controlar e não eles. Há milhares de outras formas de os chamar a atenção sem ser a gritar e a bater. E o sentimento de culpa que fica depois de nos termos passado da marmita? Tudo porque lemos e relemos aqueles textos de como não devemos nem podemos gritar e porque concordamos com eles e porque na verdade nós não queremos ter de gritar!

Eu não gosto de gritar, aliás eu detesto gritar. Mas grito, ou melhor BERRO, BEM ALTO.... Começo devagarinho calmamente. Ninguém me pode acusar de começar imediatamente aos gritos. Começo sempre calmamente a avisar que estão a passar da linha. Não ouvem. Melhor (ou pior), ignoram e continuam a fazer o disparate como se eu nem existisse. Aviso uma vez, duas vezes, três vezes. Á medida que vou avisando o meu tom de voz começa a subir, o coração a acelerar. Eu não quero gritar mas o coração está a rebentar e as veias começam a dilatar. Sei que não vou aguentar e à décima vez GRITO! Não resulta. A festa continua... para eles tudo é uma festa. Sou eu que estou errada? Não deviam rir-se até lhes doer a barriga mesmo estando eles cheios de comida na boca? Se calhar estou errada. Devia deixar... viro costas... engasgam-se, cospem... Não aguento. BERRO!!! Nervosa, agarro nele(s) e a minha vontade é pregar-lhes um valente estalo. Mas não faço isso. Eu não sou dessas mães. Sou uma mãe que ladra mas não morde, grita mas não bate... respiro fundo e o desafio continua. Não aguento e contra tudo o que penso, desejo e sou, dou um puxão de orelhas a ele(s). Dói-me mais a mim do que a eles. O meu coração aperta-se de dor. Mas eles param. E o silêncio ouve-se finalmente. Não sem antes terem passado da gargalhada ao choro. E o meu coração de mãe chora com eles e pergunta porquê? Será que sou eu que descarrego mesmo as frustrações do dia, da vida, na felicidade deles? Mas eles iam vomitar penso eu para mim, como se a justificar o meu deplorável ato. Sinto-me uma louca. Ajo que nem uma louca. Não devia ser preciso. O meu coração acalma e volta ao ritmo normal. Aprecio o silêncio embora haja uma nuvem negra no ar. Eles sabem que são as pessoas mais importantes para mim. Sabem que os adoro mais que tudo na vida. Mas até eles devem achar-me uma louca. Tenho uma ou duas horas até ao próximo desafio. A hora de dormir. Tudo para eles é uma brincadeira. Tudo para mim é um desafio. Sou só eu que acho mal jogarem à bola antes de irem dormir? Ou darem pulos na cama? Ou fazerem lutas de wrestling? E o palavreado? Devo fechar os ouvidos ao ouvir a palavra pila 10 vezes em 2 frases? E volto a respirar fundo e a pedir devagarinho para se acalmarem pois é hora de dormir. Não ouvem. E eu levanto a voz um bocadinho, e mais um bocadinho pois continuam sem ouvir. E viro costas e vou-me embora numa tentativa que eles percebam que está na hora. Mas se não volto, as lutas de wrestling continuam. Afinal dormir é uma seca e quanto mais tarde melhor. Depois de mais uns berros (com sorte desta vez fico-me "só" pelos berros), finalmente estão deitados. Respiro fundo e olho para eles. São tão inocentes. Lindos. Felizes. E eu desmancho-me toda. Abraço-os e beijo-os com toda a minha alma. É a minha alma a pedir desculpa por ser louca. Mas não consigo ser de outra forma. O problema não é deles, é meu. Foi o que li num desses últimos textos que circulam na net. Se calhar é. Ou talvez não. Se calhar eles também podiam ajudar um bocadinho e perceber que há limites e horas para tudo não? A vida não é sempre um carrossel. A vida tem momentos de brincadeira e momentos mais sérios. Eles já não são bebés. São os meus bebés, mas com 8 anos, a caminho de 9 já não são bebés. Há o certo e o errado. Há a brincadeira e o exagero. E eles sabem que para brincar estou sempre pronta. Rio das piadas parvas deles, danço e pulo e faço caretas com eles. Até jogo à bola com eles quando menos esperam fazendo as delicias deles. Há horas para tudo. Não! Desculpem mas a culpa não é só minha! Os meus berros são a minha tentativa desesperada de lhes educar. Não devia berrar? Então devo fazer o quê quando a conversa não resolve e quando me ignoram? Deixá-los está fora de questão. Isso também não é educar. Castigar? Sim... até quando? E pior... quando estou sozinha neste desafio. Porque com o pai a vida também é uma brincadeira (quase sempre).

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Balanço 2015

2015 foi um ano....

Tenho lido imensos blogs com um balanço de 2015 cheio de superações, cheio de feitos, cheio de novidades e concretizações de objectivos.

Tenho tentado arranjar uma palavra que descrevesse este nosso ano, mas por mais que tente não consigo. Foi um ano morno. Em que não se passou nada que valesse a pena registar. Foi um ano que passou por nós (mim) e olhando para trás, não aconteceu nada de novo. Nem velho. Simplesmente não aconteceu nada além dos ossos partidos.

E sinceramente não sei se fico feliz com isso. Não acontecer nada também é mau. É frustrante. Ainda para mais para uma pessoa como eu, que vivo com objectivos, vivo cheia de afazeres, vivo cheia de vida. Não acontecer nada significa que não me superei, que não tentei (ou tentei pouco) ou pior. Não sonhei... será que não sonhei?

Ou não sonhei com a devida força. Foi de tal modo forte esta minha sensação que na minha passagem de ano não consegui sequer desejar nada para 2016 além do básico, saúde, amor, paz e dinheiro.

Isto não sou eu. Iniciar o ano sem objectivos não sou eu. 

A verdade é que existe uma razão muito forte para esta minha falta de objectivos, falta de sonhos. Uma razão que tento não pensar muito no assunto, até porque não me adianta de nada andar a chorar pelos cantos. Uma razão que comparada com os problemas da humanidade ou de milhares de pessoas não é nada. Mas... cada um sabe de si, e cada um sabe de que forma lhe doem os calos.

2015 foi um ano em banho maria.

2016 pode continuar a ser um ano em banho maria, ou pode ser um ano de uma grande viragem da nossa vida (para o bem ou para o mal, não sei).

E esta indefinição, este banho de maria que me destrói, este aperto sempre presente. Esta coisa que me está a impedir de sonhar. Não me impede de sorrir, não me impede ser feliz, porque há um tempo que decidi que não me iria tirar o sono. Mas corrói cá dentro. Cada dia mais um bocadinho, devagarinho. E eu só quero tirar este peso de cá de dentro. Para poder voltar a sonhar e a ser livre.

PS: Não se apoquentem porque mais uma vez não é nada que não se resolva a seu tempo. Leva é tempo.


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Os ultimos 3 meses

Este blog tem estado paradito. Não por falta de motivos para escrever mas sim por falta de vontade de escrever.

Estranho não é? Logo eu que para mim escrever é quase como respirar. Uma necessidade, um gosto, é o que amo fazer. Mas às vezes acontece-me isto. Bloqueio. 

Foi muita coisa... muita coisa mesmo a acontecer e os meus pequenos prazeres da vida ficaram todos em stand by.

Primeiro as férias. Férias são férias, até do blog. Aqui tudo bem. Foram excelentes. Com muita praia, festas, amigos. Soube-me pela vida até que... dois dias antes do fim das mesmas acontece-me o inesperado.

Estava eu na espreguiçadeira a descansar na praia do Waikiki quando os meus filhos depois de insistirem com o pai para ir jogar à bola com eles e este se ter recusado pois estava a trabalhar, se viram para mim e me pedem para ir jogar com eles.

Um pouco a contra gosto porque detesto jogar à bola, encosto a revista na mesinha e levanto-me para lhes fazer a vontade.

Nem 5 minutos tinham passado, um dos meus miúdos chuta à bola para a baliza onde eu estava e sem ter conseguido reagir, desequilibro-me e esbardalho-me no chão em cima do pulso esquerdo. Oiço um temido CRAC, vejo a minha mão toda virada e sinto uma dor lacinante pior do que alguma dor que já tenha vivenciado. Os miudos vão ter comigo, perguntam-me se estou bem e não tenho como mentir-lhes. Não estou bem. Tenho o pulso partido e temos que ir já para o hospital.

Chegamos ao pé do pai e este nem queria acreditar no que me tinha acontecido. Demorou alguns minutos até perceber que eu estava mesmo a falar a sério e tinhamos mesmo de ir ao hospital. Homens!!!! Atrofiou completamente. Mas lá fomos.

Raio X depois e confirma-se o temido. Teria de ser operada no dia seguinte para endireitar e pôr ferros, pois o pulso estava em muito mau estado e esperavam-me umas 6 semanas de gesso com o braço ao peito.

As férias para mim acabaram ali. É obvio que também não fui trabalhar, fiquei de baixa todas essas 6 semanas mas a vontade de ir para a praia ou passear eram nulas... aliás, eram abaixo de zero. As dores eram muitas, o incómodo era demasiado.

6 semanas depois, finalmente tiro o gesso e os ferros. O meu braço estava parecido com o braço de um ET. Assustador. E começou a saga da fisioterapia ao mesmo tempo que regressava ao trabalho mesmo com o braço atrofiado.

O trabalho estava caótico por causa de um evento que ia decorrer dali a um mês e eu tinha ficado de organizar. A minha equipa esperava ansiosamente que eu chegasse para resolver uma série de questões que estavam pendentes por causa da minha baixa. 

A fisioterapia era um horror com um fisioterapeuta que, apesar de ser ótimo, era também de uma violência incrível. Saía da fisioterapia de lágrimas nos olhos e a suar em bica. Acabei por mudar de fisioterapeuta quando o trabalho apertou ainda mais pois deixei de ter horário para ele. A minha vida foi uma correria autentica desde então...  fisioterapia, trabalho, evento... andava sempre a 100/hora. 

E assim foi.... mais coisas se passaram no meio disto tudo, umas coisas mais giras, outras menos giras.

Foram umas férias inesqueciveis, isso foram. Pelos piores motivos infelizmente.


segunda-feira, 22 de junho de 2015

E foram assim as mini férias...

Soube a pouco mas para o proximo fim de semana há mais.

- Amigos;
- Praia;
- Sol;
- Calor;
- Mergulhos;
- Vinho
- Comida boa
- Gargalhadas
- Picnics
- Abraços
- Beijos
- Descanso

Ficámos no Ocean View Residences, um local fabuloso apenas a cerca de 3 Kms da praia dos Salgados. Uma tranquilidade absoluta, uma piscina limpissima e super agradável, as villas com um jardim à frente privado e com um terraço no ultimo andar com uma vista soberba. Pecou apenas pela falta de persianas ou estores que fizessem black out, pois logo bem cedinho a claridade entrava com toda a sua força pelas portadas.

A praia dos Salgados com todo o seu esplendor estava deliciosa. A água morna. 

Descobrimos um restaurante belíssimo nas Sesmarias, O Marinheiro. A comida excelente, um restaurante muito familiar e com muita atenção às crianças. Menu especial para eles e entregam uma folha com um dos lados com quebra cabeças e outro com um desenho para pintarem. Dão uma caixinha de lápis e assim estão os miudos entretidos no decorrer de todo o jantar. É para se ir com calma e sem pressas pois por vezes é demasiado demorado, mas vale a pena experimentar. Também não é propriamente barato mas não ficamos a chorar o dinheiro que gastamos.

A unica desilusão foram as praias do Carvoeiro. Praias lindas, estão na verdade, com a erosão das rochas e as intempéries do ultimo ano, impróprias para banhos, principalmente para quem anda com crianças. Experimentámos a praia da Marinha mas nem assentámos arraiais. Fomos aconselhados a deixar a praia pois estava cheia de fundões e metade da praia com risco de queda de rochas. Fomos para Benagil e a areia em vez de ser branquinha e fininha estava cheia de pedragulhos o que fazia uma simples ida à água, uma verdadeira tortura para os pés, além de também esta, estar cheia de fundões, logo, assim que se entrava, rapidamente se ficava sem pé. Não foi à toa que retiraram a bandeira azul de muitas destas praias. Uma pena mesmo.

Foram 4 dias muito cheios. Cheios de alegria, calor, amigos. Dias que passaram a correr. O que vale é que no próximo fim de semana estamos lá novamente. Com outros amigos e mais aventuras com certeza.
O descanso dos guerreiros

Tchim-tchim



quarta-feira, 17 de junho de 2015

Ansiosa por férias

Este ano sinto-me particularmente cansada e desejosa de ter uns dias de férias de papo para o ar. Não é que o trabalho tenha sido duro mas tivemos um ano muito difícil em termos de saúde com muitas noites mal dormidas e com uma recuperação muito lenta. Fui eu com uma pneumonia que me deixou K.O durante quase 1 mês, viroses fortes com febrões que afectaram os miudos e pai e para finalizar a primavera 2 pneumonias do Diogo em 15 dias e uma bronquite do Tiago. 

Isto tudo junto confesso que me abateu e o cansaço tem sido tanto que esta semana nem me tem apetecido ir ao ginásio que, mesmo com tudo isto, tenho feito por ser o mais assídua que posso.

Este ano decidimos que o Tiago e o Diogo não iriam participar na festa de final de ano do colégio. Foi um finca pé teimoso da minha parte. Eu nem sou nada destas coisas mas quando o colégio pediu aos pais 20 euros cada miúdo, para comprarem um fato para a festa de final de ano, enchi-me de arrepios. Ainda tentei averiguar que tipo de fato seria, cavaleiro, pois iriam ser cavaleiros na peça de teatro Romeu e Julieta que supostamente estariam a preparar. O Tiago e o Diogo cavaleiros? 20 euros por um fato de carnaval de cavaleiro, que só iriam usar 5 minutos? Não me parece. E contra tudo o que penso e sinto (porque adoro que os miudos participem nestas atividades) disse que não concordava. Reclamei, expus a minha desilusão e informei que lamentavelmente este ano não participariam. Ainda achei que mais pais tivessem a minha posição mas afinal não. O Tiago e o Diogo foram os UNICOS a reclamar e a não participar. A festa ia ser dia 20 e então pensei. Vamos passar esse fim de semana fora. Vou tirar 2 dias de férias e vamos 4 dias para o Algarve. Óbvio que vou gastar muito mais de 40 euros mas sinceramente. Quem me conhece até sabe que não é pelos 40 euros. É pela atitude de obrigatoriedade de pagar 40 euros para os miudos PODEREM participar numa festa que supostamente seria de TODOS!

Enfim... 

Então vamos para o Algarve e eu preciso destes dias como de ar para respirar. Conto as horas e os minutos. E para mais, fiz esta semana umas comprinhas que estou desejosa de experimentar.

Na OYSHO 2 biquinis. São MUITO mais giros ao vivo do que nas fotos. Modéstia à parte acho que me ficam muito melhor a mim do que às modelos. 




Na women secret este short jumpsuit. Super cómodo, prático e lindo. Fica super bem, bronzeada.

E na boutique da Leny da minha querida amiga Helena esta camisolinha super descontraida;
E estas blusinhas que fiquei completamente apaixonada, em preto e em beije com um padrão ligeiramente diferente

Portanto, venha o Verão, o calor, o sol, a praia e principalmente as FÉRIAS!


quinta-feira, 11 de junho de 2015

O meu novo projeto pessoal - Oriflame

Pronto não batam mais. De certeza que já se tinham esquecido da existência deste blog tal tem sido a minha ausência. Não vou dizer que tive boas razões para não atualizar o blog porque é mentira. Simplesmente não me tem apetecido escrever, não tenho estado muito inspirada e francamente não tenho tido nada que eu achasse que valesse a pena escrever.

Não que a minha vida não esteja interessante, bem pelo contrário. Estou cheia de trabalho e mais uma vez envolvida num projeto novo. Pronto, lá está quem me conhece a achar que é apenas mais uma ideia, uma cena qualquer e que não vou ter futuro nenhum, porque me meto em tudo e depois acabo por não ter tempo para nada. Vou corrigir. Não é quem me conhece que diz isso. É quem PENSA que me conhece. Porque quem me conhece a sério sabe que em tudo aquilo que me envolvo, atiro-me de cabeça. Depois o problema é que nem sempre as coisas ocorrem como eu gostaria e acabo por ter de tomar decisões e penalizar projetos. Mas se eu nunca arriscar, de certeza que nunca vou conseguir nada, certo? Por isso, independentemente de haver provavelmente pessoas a achar que é "apenas" mais um projeto meu, eu mais uma vez, vou atirar-me de cabeça. Como eu sei nadar, é sem medos. Neste projeto, uma coisa é certa. NUNCA vou perder.

E o que é este projeto?

Simples. Sou agora uma assessora Oriflame. Eis algumas informações importantes acerca da oriflame:

  • Fundada na Suécia em 1967
  • Vasto portfólio de inovadores produtos de beleza suecos,inspirados na Natureza
  • Presente em mais de 60 países, em cinco regiões
  • É a maior companhia de venda direta de cosméticos da Europa
  • Cerca de €1,5 mil milhões em vendas por ano
  • Aproximadamente 3,5 milhões de Assessores em todo o mundo
  • Centro Global de Pesquisa e Desenvolvimento com mais de 100 cientistas
  • 6 fábricas localizadas na: Suécia, Polónia, China, Rússia e Índia
  • Gama com aproximadamente 1000 produtos cosméticos
  • Cerca de 8,000 funcionários
  • Inscrita na NASDAQ OMX NordicExchange
  • Cofundadora da World Childhood Foundation
Como se tudo isto não bastasse, a Oriflame dá a oportunidade a todos os que se inscrevem de construirem uma nova carreira, que pode ser ou em part time, usando o pouco tempo disponivel que têm ou mesmo em full time.

Os casos de sucesso são do conhecimento de toda a gente e são bem reais. Desde pessoas que começaram por comprar apenas para seu próprio beneficio usufruindo do desconto minimo de 23% até começarem a vender a familiares, amigos, conhecidos, começarem a recrutar, constituirem uma equipa, começarem a ganhar comissões e de repente perceberem que aquele part- time rende mais do que o emprego normal e comum que tinham.

Confesso que eu fiquei entusiasmada e à medida que os catálogos vão passando estou cada vez mais empenhada em ser uma dessas pessoas.

Tenho um longo caminho a percorrer. Não vai ser hoje, nem amanhã, nem provavelmente daqui a 3 ou 6 meses mas, o caminho faz-se com paciência e persistência. Até porque neste momento isto é mesmo só um part time. Mas sempre que ganho prémios (e ganho sempre de 3 em 3 semanas), dou mais um passinho rumo ao objectivo, rumo ao sonho.

E porquê este sonho?  Há quem sonhe com a carreira na Oriflame para se habilitar a poder viajar pelo mundo (que é uma possibilidade). Há quem sonhe para poder ganhar mais dinheiro (que também é possivel). Há quem sonhe para ter um trabalho que lhe dê maior gozo e por pertencer a uma equipa fantástica, tendo mais tempo e disponibilidade também para aqueles que amamos como a nossa familia (que é uma realidade).

Este terceiro ponto para mim é o ponto chave. Ter mais tempo e disponibilidade para os que amamos. Se juntarmos a isto ganharmos mais dinheiro também é ouro sobre azul (neste caso, verde porque a Oriflame é verde).

Não se pense que não dá trabalho também se quisermos fazer isto de um modo mais sério e ganhar dinheiro. Claro que dá! Há alguma coisa que dê dinheiro sem exigir trabalho? Eu não conheço. Mas há trabalhos e trabalhos e quando o que fazemos é um prazer, o que é isso de trabalho?

Este blog agora, de vez em quando também vai servir um pouco de inspiração para quem me lê, ficar ainda mais bonito, mais saudável. Espero que não se chateiem com isso. Vou explicar aqui algumas coisas que tenho aprendido nas formações de cuidado de rosto e maquilhagem. No blog do barrigas zero, vou incidir-me na linha Wellness da Oriflame que ainda estou a explorar.

Estejam atentos e se quiserem também vocês experimentar serem assessores ou assessoras Oriflame, preencham esta ficha e aguardem o meu contacto. Com a inscrição efetiva recebem além do catálogo, algumas amostras e um pequeno miminho para poderem começar a ganhar. Atrevam-se.